terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Abrafarma e Interfarma recolheram 2,6 milhões de assinaturas. Meta é incluir remédios entre mercadorias consideradas essenciais

Representantes da indústria farmacêutica entregaram na quarta-feira (12) ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, e ao presidente do Senado, Renan Calheiros, um abaixo assinado com mais de 2,6 milhões de assinaturas pedindo a redução de impostos para remédios. Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, medicamentos devem ser tratados como mercadorias essenciais, e portanto, devem ser livres de impostos. “Nenhum país sério cobra imposto para medicamento”, disse Segundo o deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), que coordena a Frente Parlamentar para a Desoneração de Medicamentos, enquanto a tributação de remédios no Brasil alcança o patamar de 34%, em outros paises esse número não passa de 6%. De acordo com o deputado, a frente busca uma legislação que possa colocar os medicamentos no patamar da cesta básica, que está zerada de impostos federais (PIS/Cofins). Segundo Barreto, há cerca de 20 projetos de lei tramitando no Congresso que tratam desse assunto e que podem ser tratados com celeridade. Ele também ressaltou à Agência Brasil que o governo controla o preço dos medicamentos e seria o responsável por garantir que a isenção de impostos fosse repassada ao consumidor. A campanha, encabeçada pela Abrafarma e pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), também vai levar as assinaturas ao Ministério da Saúde e aos governos estaduais. Segundo Barreto, dos quase 34% de tributação, cerca de metade são cobrados pelo governo federal. Segundo os organizadores do movimento, a redução dos impostos vai permitir que 50 milhões de brasileiros que não têm acesso a medicamentos possam comprar esse produto. Henrique Eduardo Alves defende que essa não é uma pauta da frente parlamentar, e sim da Câmara. Ele pretende criar uma comissão especial para tratar do assunto. Calheiros também se mostrou favorável à causa e disse que terá a desoneração dos medicamentos como assunto prioritário do Senado em 2014. Fonte: SaúdeWeb

terça-feira, 26 de março de 2013

Alguns sócios do Aché acham pouco R$ 11 bi pelo laboratório

São Paulo - As relações entre sócios costumam ser previsíveis. Quando tudo vai bem e sobra dinheiro, eles se adoram. Mas, quando os negócios vão mal, as desavenças aparecem. As três famílias sócias do laboratório paulista Aché — Baptista, Siaulys e Depieri — estão lutando contra essa lógica. Os negócios nunca estiveram tão bem. Dados inéditos obtidos por EXAME revelam que o Aché se tornou em 2012 o maior laboratório do país em receita líquida. Os dividendos recebidos pelos acionistas chegaram a 375 milhões de reais no ano anterior. Era, portanto, para estar tudo bem. Mas não está. Para tornar o paradoxo ainda mais curioso, o estopim da atual crise entre os sócios é uma proposta de 11 bilhões de reais pelo laboratório. Em fevereiro, grupos estrangeiros ofereceram essa quantia pelo Aché, que havia procurado interessados numa eventual aquisição. Seria a maior transação da história do setor farmacêutico no Brasil: cada um dos 11 descendentes diretos dos três fundadores embolsaria cerca de 1 bilhão de reais. Em vez de causar alegria, esses bilhões todos estão causando a cizânia. Um lado acha que o dinheiro é pouco. Outro grupo acha que pode cobrir a oferta e comprar a participação dos sócios. Pode ser a senha para repetir uma guerra societária em banho-maria desde 2003. Com 11 bilhões na mesa, tudo voltou à tona.  Fundado em 1965 por três executivos do setor, o Aché viveu em harmonia até a virada do século. Foi quando a companhia quase rachou numa briga entre os fundadores, que incluiu acusações de falsificação de atas de assembleia e queixas na polícia. Na última década, com uma gestão tocada por profissionais e um acordo pelo qual decisões estratégicas deviam ser tomadas por consenso, uma relativa paz vigorou. Foi assim que o Aché cresceu, mantendo-se em segmentos rentáveis, como medicamentos de marca, e evitando a disputa de preços dos genéricos. Virou o laboratório que mais faturou no país, segundo o ranking da consultoria IMS Health. No fim do ano passado, os sócios decidiram aproveitar o excelente momento para buscar uma proposta para a venda da empresa. Contrataram a Signatura Lazard, empresa especializada na assessoria em fusões, para sondar os maiores laboratórios do mundo. Mas logo ficou claro que os três sócios tinham interesses divergentes. Os Baptista e os Siaulys eram os mais interessados na venda. O clã Depieri logo começou a articular um movimento para exercer seu direito de preferência. Funcionaria assim: caso as outras famílias aceitassem uma proposta estrangeira, os Depieri poderiam comprar suas participações pagando o mesmo preço. Para levantar dinheiro, a família aliou-se ao banco BTG Pactual e a João Alves de Queiroz Filho, controlador da empresa de bens de consumo Hypermarcas. A ideia era unir as duas empresas, de preferência com o apoio do ­BNDES. Foi aí que o processo de venda começou a micar — levando a relação entre os sócios junto. EXAME.COM

Novo Nordisk tem novos vice-presidentes no Brasil e na China

SÃO PAULO - A partir de março, dois executivos da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk trocam de posição. O vice-presidente da fábrica de Montes Claros (MG), Marcelo Zuculin Júnior, assume a mesma função na fábrica da empresa em Tianjin, na China. Já Lars Arnoldsen, vice-presidente da unidade fabril chinesa, vem ao Brasil para assumir o cargo de Júnior. Júnior está na vice-presidência da fábrica de Montes Claros desde 2006. Ele atua na Novo Nordisk desde 2001, quando a Biobrás, onde trabalhava, foi adquirida pela farmacêutica. Arnoldsen atuou na Novo Nordisk entre 1994 e 2002, e depois retornou à empresa para atuar como responsável por estabelecer a unidade de Tianjin. © 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A.

segunda-feira, 18 de março de 2013

RESPEITO AO CICLISTA

DENÚNCIA AO MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO

O serviço de denúncias “on-line” do Ministério Público de Pernambuco é um sistema colocado à disposição da população, através do qual poderá canalizar suas denúncias a respeito de assuntos diversos referentes às áreas Criminal, Cível e Cidadania. O serviço funciona ininterruptamente, 24 horas por dia, sete dias por semana. As denúncias serão recebidas pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Cidadania – CAOPJDC, que as encaminhará às Promotorias de Justiça, Órgãos e/ou Entidades aos quais compete a apuração dos fatos. A Central de Denúncia do Ministério Público recebe ligações gratuitas, através do serviço 0800 281 9455 de segunda a sexta-feira, das 12:00 às 18:00, que pode ser utilizado para o acompanhamento das denúncias, bem como o oferecimento dessas, especialmente quando houver a opção pelo anonimato.

Anvisa publica normas para fabricação de fitoterápicos

A Anvisa publicou, nesta sexta-feira (15/3), a norma que estabelece as Boas Práticas de Fabricação (BPF) para os produtos fitoterápicos tradicionais. Boas Práticas de Fabricação são regras que definem todos os procedimentos que devem ser adotados pelos fabricantes para a produção de um determinado produto. O cumprimento das BPFs também são necessários para a obtenção do certificado pela Anvisa. A resolução RDC 13/2013 é a primeira regra voltada especificamente para os procedimentos de fabricação de produtos fitoterápicos tradicionais. O novo texto tem aplicação imediata para os produtos que já existem no mercado e abre caminho para o estabelecimento de uma nova categoria de fitoterápicos que ainda está sendo discutida pela Anvisa. Na última semana, a Anvisa anunciou que vai debater novas regras de registro para o setor de fitoterápicos com a intenção de resgatar medicamentos de uso tradicional, valorizando a biodiversidade do país. Os medicamentos fitoterápicos que não são notificados e não se enquadrarem na categoria de uso tradicional continuarão cumprindo a regra atual de BPF para medicamentos em geral, a resolução RDC 17/2010.

Anvisa suspende alimentos de soja da marca AdeS

Por precaução e para proteger a saúde da população brasileira, a Anvisa determinou, nesta segunda-feira (18/3), a suspensão de fabricação, distribuição, comercialização e consumo de todos os lotes dos alimentos com soja da marca AdeS, produzidos pela linha de produdução TBA3G, na fábrica da empresa Unilever Brasil Industrial Ltda, em Pouso Alegre (MG). A medida, válida para todo o território nacional, engloba todos os sabores do produto. Na semana passada, após ser questionada pela Anvisa por intermédio da notificação nº 5/2013, a empresa Unilever Brasil Industrial Ltda respondeu que havia identificado falha no processo de higienização das máquinas da referida linha de produção. A falha, de acordo com a empresa, teria resultado no envase de embalagens com solução de limpeza, em um lote do produto com sabor maçã. Apesar da Unilever já ter realizado o recall do lote do produto com sabor maçã (96 unidades, segundo informações da empresa), a Anvisa decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores, produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha, até que a Agência tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema. Está programada para esta segunda-feira (18/3), inspeção sanitária, realizada pelas autoridades sanitárias estaduais e municipais, na fábrica da empresa. Durante a inspeção, serão verificadas as condições sanitárias de produção do alimento. Além disso, será possível verificar a se a falha identificada pela empresa foi solucionada. Caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado  e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados pela Anvisa. FONTE: ANVISA

quarta-feira, 13 de março de 2013

Como escolher um psiquiatra?

Isso não é fácil e não pretendemos aqui fornecer uma fórmula mágica, mas algumas dicas podem te ajudar bastante. O psiquiatra ideal Deve estar pessoalmente interessado na resolução do seu problema. Tem que ter bons conhecimentos técnicos e estar atualizado. Atender calmamente como pelo menos 30 minutos na primeira consulta. Olhar nos olhos do seu paciente. Estar informado a respeito das condições clínicas e pessoais de seus pacientes asssim como dos acontedimentos relevantes como condições familiares, financeiras, ideais de vida, relações afetivas, problemas das pessoas próximas como uso de drogas na familia. Ser gentil e educado. Não atrasar o horário de atendimento. Preço da consulta entre R$ 100,00 e R$ 200,00. (grandes centros urbanos) Ser acessível por telefone fora dos horários de atendimento, sem contudo permitir abusos por parte dos pacientes pois isso seria ruim para eles mesmos. Não é nenhum absurdo exigir tudo isso de seu psiquiatra, mas se não for possível, pelo menos as 5 primeiras não devem faltar. Como encontrar um psiquiatra assim? Os principais meios de se chegar a um psiquiatra são: Através de outro médico. Através de um psicólogo. Através do plano de saúde. Através de um conhecido/parente Através de propagandas em jornais, internet, listas telefônicas Dados: psicosite.com.br

terça-feira, 12 de março de 2013

Trabalhadores da indústria farmacêutica entregam pauta de reivindicações

Os trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas entregaram a pauta de reivindicações da categoria aos representantes patronais – SINDUSFARMA, referente à Campanha Salarial e Social dos Trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas do Estado de São Paulo 2012/2013. Representando cerca de 15 mil trabalhadores em todo o estado de São Paulo, distribuídos nas indústrias farmacêuticas, a FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados iniciaram a Campanha Salarial e Social em fevereiro, quando foi realizado o Seminário de Negociação Coletiva, para discussão e elaboração da pré-pauta de reivindicações. Em seguida, a pré-pauta foi levada para as assembleias nas bases, onde foi aprovada pelos trabalhadores e em assembleia geral por representantes dos trabalhadores. Com data-base em 1º de abril, a categoria reivindica reajuste salarial de 5% de aumento real + INPC (inflação do período); piso salarial de R$1.200,00; PLR no valor de 02 salários normativos; Cesta básica no valor de R$ 150,00, acesso gratuito aos medicamentos para os trabalhadores e seus dependentes legais e igualdade de resultados. As rodadas de negociação estão agendadas para o dia 21 de março, 14h, na sede do SINDUSFARMA e 28 de março, 10h, na sede da FEQUIMFAR. Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região – Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, conclama a todos os trabalhadores a se unirem neste momento para a obtenção de conquistas favoráveis a todos. “Mobilizaremos trabalhadores e trabalhadoras junto a uma série de manifestações para garantir nossas reivindicações. Nos manteremos firmes quanto à manutenção de cláusulas sociais que já contemplam a categoria, mas com correções no valor da alimentação e gratuidade nos medicamentos”, salienta. “O atual momento econômico é favorável para ampliar a participação do trabalhador na renda nacional. O faturamento e a produtividade das indústrias farmacêuticas estão em franca expansão, de 2010 para 2011, o faturamento subiu 15,3%, que representa um faturamento líquido de R$ 41,7bilhões, sendo assim, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte.” Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Bristol-Myers busca comprador de suas marcas do Brasil

Nova York - A Bristol-Myers Squibb está procurando um comprador para uma série de marcas no México e Brasil, o que pode ser arrematada por até US$ 750 milhões, de acordo com fontes próximas ao assunto. Caso seja realizado, o acordo destacará a forte demanda dos compradores corporativos por bens de consumo na área de saúde ao redor do mundo. A gigante nova-iorquina está realizando as etapas finais do leilão das marcas, com um pequeno grupos de farmacêuticas e outras empresas de bens de consumo dos EUA e da Europa interessadas na compra, de acordo com as fontes. Ainda não está claro quais os concorrentes estão na disputa pelo acordo. O acordo pode ser alcançado entre duas e três semanas, disseram. Uma porta-voz da Bristol-Myers disse que a empresa não comenta "sobre rumores e especulações". As marcas, como um analgésico semelhante ao Tylenol chamado Tempra que é vendido no México, em conjunto, geram vendas de apenas US$ 100 milhões a US$ 150 milhões por ano, afirmou uma das fontes. Mas, de acordo outras pessoas, a empresa compradora das marcas poderá pagar em torno de cinco vezes o valor desta quantia de vendas - um múltiplo elevado em comparação com a média de uma aquisição ("takeover") - mostrando o valor das marcas em economias com grande potencial de crescimento como o México e o Brasil. A Bristol é uma das poucas fabricantes de medicamentos que não agiram de maneira agressiva para expandir seus negócios em mercados emergentes, como o México e o Brasil. Apenas 15% dos US$ 17,6 bilhões da empresa em 2012 vieram de vendas de fora dos EUA e da Europa, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Segundo a IMS Health, a venda de drogas no Brasil deve saltar para US$ 47 bilhões em 2016, ante US$ 30 bilhões em 2011. As informações são da Dow Jones.

BTG Pactual e Hypermarcas querem laboratório Aché, diz Veja

São Paulo – A venda do laboratório farmacêutico Aché, um negócio que pode atingir cifras de bilhões de dólares, deve avançar no próximo dia 18. É quando a Signatura Lazard, contratada pelos controladores para a operação, recebe as propostas dos interessados. A notícia é da revista Veja. Nesta semana, EXAME.com já havia noticiado que farmacêuticas globais estariam interessadas na compra do Aché, avaliado em 12 bilhões de dólares. Lauro Jardim, da Veja, cita, como candidatos, os laboratórios internacionais Pfizer e GlaxoSmithKline e os grupos brasileiros BTG Pactual e Hypermarcas. O Aché é o quarto maior laboratório farmacêutico do Brasil. Ele é considerado atraente, entre outros motivos, porque só algo entre 10% e 15% da sua receita vem de medicamentos genéricos, que são menos lucrativos que os produtos exclusivos. A receita da Aché nos 12 meses até 30 de setembro de 2012 foi de 1,5 bilhão de reais. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de 540 milhões de reais, segundo a agência Fitch.

domingo, 26 de agosto de 2012

Brizola Neto defende fim de 'sindicatos fantasmas'

O ministro do Trabalho, Brizola Neto, disse nesta terça-feira (8) que pretende criar novas regras para regulamentar o registro sindical. Em sua primeira reunião com lideranças de centrais sindicais, o ministro foi cobrado a respeito do assunto pelos dirigentes, que afirmam haver uma "fábrica de sindicatos" no País.  — Queremos acabar com a fábrica de sindicatos fantasmas, sem representatividade. O ministro ressaltou que a falta de regras claras sobre a questão enfraquece a legitimidade de sindicatos "de lutas históricas". Somente no ano passado, o ministério recebeu pedidos para a criação de mais 1,2 mil sindicatos. De acordo com Brizola Neto, existem hoje quase dez mil sindicatos em todo o País. O ministro destacou que atualmente a criação de sindicatos segue normas estabelecidas pela portaria 186 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo ele, essa portaria permite a "subjetividade". — Queremos regras claras, sem a subjetividade muito grande. Queremos regras específicas para que o registro sindical siga um padrão.  Os sindicatos já criados não correm nenhum risco, assegurou o ministro. "O que está criado se mantém", disse ele, ressaltando que apenas a partir das novas regras é que haverá mudanças para novas entidades. Brizola Neto afirmou que receberá sugestões das centrais sindicais nos próximos 30 dias. Depois de agregar as propostas, ele pretende reunir novamente as centrais para discutir o assunto.  Brizola Neto reconheceu que o Ministério do Trabalho perdeu representatividade nos últimos anos. Ele foi cobrado dessa perda de espaço pelo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. — Nós dissemos que o Ministério do Trabalho tem um papel absolutamente importante de resgatar o protagonismo no sentido de construir propostas e intervir na realidade do mundo do trabalho  O ministro concordou com a visão do líder sindical. — Eu acho que o Ministério do Trabalho deixou de participar da discussão de questões fundamentais como a desoneração da folha de pagamento e deslocamento da contribuição previdenciária para o faturamento, das mesas nacionais e do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) também.  Apesar de reconhecer as críticas lançadas por Artur Henrique, Brizola Neto não culpou seus antecessores por essa perda de representatividade do ministério do Trabalho. Participaram da reunião, além de Artur Henrique, da CUT; representantes da Força Sindical e de outras centrais sindicais.

Greve na Anvisa afeta indústria farmacêutica de Campinas

A greve dos servidores públicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, continua e a indústria farmacêutica é um dos setores mais afetados. Em Campinas, já está faltando uma série de materia prima utilizada principalmente pelas farmácias de manipulação. De acordo com o Marcos Hebert, empresário do setor, a empresa já está trabalhando com estoque mínimo e não está conseguindo fazer novas compras para atingir os níveis normais. A razão apresentada pelos fornecedores, segundo ele, é a grave na Anvisa. Na semana passada, o Sindusfarma,Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, obteve uma liminar que determina que a Anvisa realize, a inspeção sanitária dos produtos importados dos associados do sindicato, no porto de Santos e protocolou novos mandados de segurança para liberação de mercadorias em Anápolis, Curitiba, Rio e Campinas. No final de julho , a entidade já havia conseguido liminar em mandado de segurança para que as mercadorias que se encontram no aeroporto de Guarulhos fossem liberadas. Em Campinas, a diretoria do Ciesp Regional também está tomando suas medidas. De acordo com o Diretor de Comércio Exterior da entidade , Anselmo Rizzo, além da materia prima para a indústria farmacêutica a greve interfere também na importação de equipamentos hospitalares. De acordo com os dados do Ciesp, 75% das indústrias farmacêuticas em atividade no País, estão concentradas no Estado de São Paulo e região de Campinas e um dos pólos do setor.

terça-feira, 13 de março de 2012

Trabalhadores da indústria farmacêutica entregam pauta de reivindicações

Os trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas entregaram a pauta de reivindicações da categoria aos representantes patronais – SINDUSFARMA, referente à Campanha Salarial e Social dos Trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas do Estado de São Paulo 2012/2013.


O ato foi realizado dia 7 de março, na sede da FEQUIMFAR – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo.


Representando cerca de 15 mil trabalhadores em todo o estado de São Paulo, distribuídos nas indústrias farmacêuticas, a FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados iniciaram a Campanha Salarial e Social em fevereiro, quando foi realizado o Seminário de Negociação Coletiva, para discussão e elaboração da pré-pauta de reivindicações.


Em seguida, a pré-pauta foi levada para as assembleias nas bases, onde foi aprovada pelos trabalhadores e em assembleia geral por representantes dos trabalhadores.


Com data-base em 1º de abril, a categoria reivindica reajuste salarial de 5% de aumento real + INPC (inflação do período); piso salarial de R$1.200,00; PLR no valor de 02 salários normativos; Cesta básica no valor de R$ 150,00, acesso gratuito aos medicamentos para os trabalhadores e seus dependentes legais e igualdade de resultados. As rodadas de negociação estão agendadas para o dia 21 de março, 14h, na sede do SINDUSFARMA e 28 de março, 10h, na sede da FEQUIMFAR.


Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região – Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, conclama a todos os trabalhadores a se unirem neste momento para a obtenção de conquistas favoráveis a todos. “Mobilizaremos trabalhadores e trabalhadoras junto a uma série de manifestações para garantir nossas reivindicações. Nos manteremos firmes quanto à manutenção de cláusulas sociais que já contemplam a categoria, mas com correções no valor da alimentação e gratuidade nos medicamentos”, salienta.


“O atual momento econômico é favorável para ampliar a participação do trabalhador na renda nacional. O faturamento e a produtividade das indústrias farmacêuticas estão em franca expansão, de 2010 para 2011, o faturamento subiu 15,3%, que representa um faturamento líquido de R$ 41,7bilhões, sendo assim, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte.” Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR.

Fonte: Troad Comunicação & Assessoria

Anvisa proíbe cigarros aromatizados e com sabor

Depois de mais de três horas de debate, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu os cigarros aromatizados e com sabor no país. Em reunião nesta terça-feira (13), os quatro diretores da agência reguladora decidiram proibir a adição de substâncias que dão sabor e aroma aos cigarros e a outros produtos derivados do tabaco, como os mentolados e os de sabor cravo, chocolate e morango. Os cigarros com sabor vão sair das prateleiras somente daqui um ano e meio.

No caso do açúcar, a Anvisa cedeu aos apelos da indústria do fumo e manteve a adição, porém limitada à reposição do açúcar perdido na secagem da folha de tabaco. Segundo os fabricantes, o tipo de fumo mais usado no país perde açúcar no processo de produção e, por isso, é necessária a reposição. O açúcar foi motivo de impasse entre os diretores na reunião passada, em fevereiro, o que acabou adiando a decisão para hoje (13). A medida vale para os produtos nacionais e importados. Estão isentos os destinados à exportação.

A indústria nacional e as importadoras terão um ano para adaptar o processo de fabricação do cigarro e seis meses para retirar de circulação os aromatizados. Para outros produtos, como charuto e cigarrilha, o prazo foi ampliado. São 18 meses de adequação e seis meses para recolhimento do mercado.

Fica permitido o uso de algumas substâncias nos derivados do tabaco: açúcar, adesivo, aglutinante, agentes de combustão, pigmento ou corante (usado para branquear papel ou na impressão do logotipo da marca), glicerol e propilenoglicol e sorbato de potássio. A proposta aprovada prevê ainda que novos ingredientes precisam passar pelo aval da agência reguladora para serem usados no futuro.

O relator da proposta, diretor Agenor Álvares, considerou a decisão positiva e disse que ela servirá para tornar o fumo menos atrativo aos adolescentes e crianças. “A nossa ideia é diminuir o número de novos fumantes”.

O diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Carlos Galant, disse que o setor ainda vai avaliar o impacto financeiro da decisão. Ele argumenta que a retirada dos aromatizados pode estimular o contrabando. Além do açúcar, o setor queria também a permanência dos cigarros mentolados e dos que têm sabor de cravo, que foram banidos pela Anvisa. Os cigarros de mentol representam apenas 3% das vendas, conforme dados divulgados pelos fabricantes na semana passada.

Antes de tomar a decisão, os diretores da Anvisa ouviram opiniões favoráveis e contrárias ao banimento dos aromatizados. A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Vera da Costa, disse que um estudo recente mostra que a maioria dos adolescentes de 13 a 15 anos procura pelos cigarros com sabor para experimentar o tabaco. “Colocar menta, morango, chocolate aumenta a aceitação desse produto e promove a experimentação. É preciso que a Anvisa mostre o que uma agência reguladora dentro do Brasil faz com os produtos do tabaco”, disse.

Já Carlos Galant, representante da indústria tabagista, defendeu a permanência do mentol e do cravo no Brasil, justificando que um estudo norte-americano mostra que o mentolado não eleva o risco à saúde. O número de fumantes, segundo Galant, não caiu nos países que já retiraram esses aditivos. “Os cigarros mentolados já se encontram presentes no mercado brasileiro há décadas. O risco de câncer de pulmão ao cigarro mentolado é 41% menor.”

A versão original da proposta da Anvisa, em discussão desde 2010, era proibir a adição de açúcar e outros ingredientes que mascaram o gosto amargo do tabaco, como mentol, chocolate e baunilha.

BioBrasil um Superlaboratório Nacional

A BioBrasil nasce como uma nova empresa e deve começar do zero e independente das empresas existentes. O projeto prevê que seja aconstrução de fábricas e laboratórios cujo objetivo principal é a fabricação de medicamentos biosimilares.

A BioBrasil vai ter um capital de R$: 400,00 milhões. O projeto está em negociações há 6 meses, o BNDES deve investir R$: 80 milhões no projeto.

Segundo informações do Jornal Estadão a Eurofarma e Cristália também foram sondadas para fazerem parte do negócio, porém decidiram não aderir ao projeto.

O BNDES pretende fortalecer as farmacêuticas para dar condições que elas invistam em pesquisa de novos medicamentos e protegidas ao avanço das multinacionais no mercado brasileiro.


Leia mais sobre BioBrasil um Superlaboratório Nacional - Portal Farmacêutico em pfarma.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

DIA DO PROPAGANDISTA - SINDIPROVEPE

NO DIA DO PROPAGANDISTA VOCÊ JÁ TEM O QUE FAZER, VENHA CURTIR O SEU DIA E REVER OS AMIGOS.



Será a maior festa em comemoração ao nosso dia, vamos curtir beber e dançar com a BANDA SANTA CLARA. DIA 16/07/2011, DAS 12H ÀS 18H.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

OMS faz alerta sobre riscos à saúde associados ao cigarro

No dia 31 de maio é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco. A data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como objetivo destacar os riscos à saúde associados ao cigarro e cobrar políticas eficazes para a redução do consumo. As doenças do tecido ósseo, por exemplo, apesar de muitas vezes não estarem relacionadas às toxinas do cigarro, são uma realidade segundo o ortopedista Leonardo Rocha, Chefe do Centro de Trauma Ortopédico do Adulto do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

Para o profissional, os malefícios podem ser graves. “A nicotina compete com o organismo na absorção de cálcio, pois inibe a produção de osteoblasto, que é responsável pela síntese de componentes orgânicos na matriz óssea. Já o monóxido de carbono, principal substância do cigarro, é extremamente venenoso, pois ele reduz em até 15% a capacidade do sangue de transportar oxigênio”. Com a diminuição dos níveis de oxigênio no organismo, os ossos tornam-se mais frágeis e perdem a densidade.
Neste estágio, os fumantes ficam suscetíveis à osteoporose, um processo caracterizado pela perda de minerais. Os ossos ficam, portanto, mais finos e muito mais fáceis de quebrar. As pessoas suscetíveis a essa doença podem sofrer fraturas após pequenas quedas ou com o mínimo de impacto. “Além disso, a baixa resistência dos ossos prejudica a recuperação depois de uma cirurgia e torna mais lenta a reação do organismo a tratamentos médicos. O fumo retarda a cicatrização afetando toda a cadeia inflamatória”, afirma Leonardo Rocha. Por todos esses fatores, os fumantes também têm maior possibilidade de ter algum problema na coluna vertebral. Ainda ficam sujeitos à amputação de membros devido a um distúrbio no sistema circulatório que gera coágulos dentro do vaso sanguíneo (tromboembolismo).
Nunca é demais reforçar que segundo dados do Ministério da Saúde, o fumo é responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil. Depois da hipertensão é a segunda maior causa de morte do mundo. Também causa câncer, impotência sexual, complicações na gravidez, aneurismas, úlcera, infecções respiratórias e cardiovasculares.

(Redação - Agência IN)